As pessoas a amam. Tanto que dão de graça carinhos que muitos precisam negociar.
playlistinha - momentos
- Ouça o seu silêncio
13 de janeiro de 2009
12 de janeiro de 2009
Ainda não consegui publicar meu primeiro post do ano.

Deixo este café onde passei páginas. Agradeço a todas as pessoas que pensam, sonham, fantasiam e transformam, sozinhas, a ficção. Aos mistérios, aos crimes bárbaros imaginários e às palavras nunca dialogadas. Saio daqui e permaneço imperceptível em meu silêncio de expressos. Abandono o tempo, os pontos de ônibus e os transeuntes esquizofrênicos que cruzaram a calçada ao lado.
Que todos os meus pensamentos fragmentados relatem apenas alguém, ou alguéns, que passou ou passaram por aqui, deixando rastros de xícaras e pratos. Torço pelos que refletem caminhando e que, ao piscar, colorem a monotonia. Que todos vivam como pensem e ajam como queiram, sem julgamentos ou conceitos inventados.
Que um dia em um café tenha significado de espera, de ação, de nova espera, de nova ação. Que as formigas não comam todo o açúcar do mundo e que os esperançosos ganhem ensaios enaltecedores.
Se algo renascer do que é tão sombrio, já valeu contar meus medos e sentimentos insuspeitos. Só espero que as idéias individuais sejam preservadas e que não formem movimentos regrados, datados, vazios. Por mais que você lute, sempre existirão séculos em que as palavras eram mais bonitas. Lembre-se dos minutos em que as emoções lhe sufocaram e das festas-supresa organizadas pelos melhores amigos.
Às vezes, ouvir a mesa ao lado é mais valioso do que dizer algo. E, se você não tiver nada para escrever, grave suas falas enquanto dorme. Ainda sugiro um bom café e um croissant de ricota. Não esqueça de pagar a conta!
A propósito, nem disse meu nome..
Parte integrante do livro “Resoluções” de Ademir Corrêa e Lidia Paula Sahagoff, publicado pela Editora Finaflor em uma noite de chuva, com os escritores vestidos de coelho de festa de criança pobre.
23 de dezembro de 2008
18 de dezembro de 2008
Seja indispensável para alguém, diz a tal sorte do dia.
Madonna exige manicures loiras e poliglotas.
Eu me pareço cada dia mais com meu buddy poke.
O peito dá um pequeno aperto ao fim da tarde.
Ouço músicas dor de cotovelo, e me pergunto pra quê mais?
Almoço feliz, com gente feliz.
Um bom vídeo na rede, vê lá: http://playingforchange.com/
Falo pelos cotovelos pra disfarçar um silêncio-luto interno.
e percebo estar atrasada... até am....
17 de dezembro de 2008
11 de dezembro de 2008
Dia a dia, tiraram-lhe coisas. O pai, o berço, o peito, as rodinhas da bicicleta, o colo, o primeiro lugar na fila...
9 de dezembro de 2008
Pela estrada afora, eu vou bem sozinha... três oportunidades ensolaradas e musicais de "let it go", mas Coragem, o cão covarde, me dominou. Os vales com rios e gramas verdinhas a perder de vista terminam descendo até o mar. Wow, Wow, Wow, ver-de-a-zul.
2 de dezembro de 2008
"Sabe lá, o que é não ter e ter que ter pra dar", entoa Djavan na primeira música do dia. E fica viu. Há uma hora e pouquinhos, me vem essa frase, desde que ouvi pela manhã, comendo uma maçã. Embora muitos dispensem seu pouco apreço pelo moço, eu gosto. Gosto e admiro, e acho que já disse isso antes por aqui. Gosto do jeito como ele brinca com as palavras, colocando-as de forma que percam a forma e de repente, puf, todo sentido do mundo.
17 de novembro de 2008
13 de novembro de 2008
Bom dia.
12 de novembro de 2008
Às vezes penso nessa coisa toda de espiritualidade, missões, provas e o que de fato a gente tá aqui pra fazer.
10 de novembro de 2008
"uma vontade de chorar. a mesma chuva que não molha"
7 de novembro de 2008
Sou pobre. E enriqueço ao prestar atenção nos outros.
5 de novembro de 2008
4 de novembro de 2008
Tô aqui pra ser sincera, porém polida.


