playlistinha - momentos

  • Ouça o seu silêncio

21 de fevereiro de 2010

Vinte dias se passaram.

Minha identidade de casa está um pouco abalada, entro lá e nao me sinto tãoo em casa. A sensação é de que eu poderia viver assim, com uma malinha e em hoteis, sem apegos. Embora eu sinta falta das minhas coisas, ainda que não faça ideia de onde elas estão neste momento.

Voltei a nadar dia sim, dia não, e as vezes um sim e o outro também. Ontem foram 2 horas e meia. Tem sido o único momento que consigo ficar com o telefone desligado sem me preocupar se alguém vai ou não ficar chateado ou até bravo por não me achar disponível. É brega, mas digo que é meu momento. E além do óbvio, tem sido divertido.

Continuo pensando compulsivamente, na vida, nas pessoas, no que vejo, no que sinto, no que o outro vê e sente também. Porém, infinitamente mais calma. 33 anos se aproximam.

Tenho vivenciado a solidão, mas ainda não me acostumo a ela. Ou melhor, acostumar-se a ela sim, mas desejá-la não. Não mesmo.

Sofro pelo sofrimento de quem mora aqui dentro. Sofro por mim. Me alegro também, em momentos espassados.

A divagação de ontem foi: "Existe algum motivo para que cada um seja o que é. Ou não?" Parece óbvio, mas nem tanto.

Olha aí embaixo as novas fotos da evoluçao da casa. 80% concluído.
Meus sentimentos e divagações andam tão profundos que não tenho conseguido elaborá-los a ponto de escrever sobre.


Uma bagunça antes de levarem o entulho, ainda se via parte da casa.


Não existe quase mais nada como era


e um renascimento, ainda sem muita personalidade


fiquei horas escolhendo essa faixinha

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